Um muro, pode significar apenas uma passagem mais á frente para algo que podemos pelo menos pensar que será melhor. Um muro uma fronteira para o desconhecido, que é a nossa propria vida
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
A caminho da Africa do Sul, tudo começou aqui e acabou hj na Bosnia!
Eu confesso, o carlos Queiroz só agradeceu a quem acreditava e eu depois da Dinamarca, deixei de acreditar, uma selecção que Carlos Queiroz, não soube trabalhar. Boa Sorte para o Mundial! Cristiano Ronaldo não merecia ficar de fora!
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Funcionarios da Autarquia de Portimão de partir a rir de boa disposição!
O «Hino dos funcionários públicos» foi colocado no YouTube e rapidamente teve milhares de visitas. Gerou também curiosidade nas redes sociais como o Twitter e o Facebook. Os cantores são funcionários do Departamento Técnico de Planeamento e Urbanismo da Câmara Municipal de Portimão (DTPU) e esta «é uma forma de dizer as verdades a brincar».Adriano Pereira, autor da letra e mentor da iniciativa, e também funcionário do DTPU.
As regras rígidas e o excesso de burocracia são as principais críticas apontadas. «Às 10 horas temos uma pausa de 5 minutos para tomar o pequeno-almoço. Depois às 16 horas é a pausa de 5 minutos para o chá. Assim tudo definido e marcado. E creio que o mesmo se passa em todas as câmaras do país», explicou.
«Por exemplo, para pedirmos canetas é preciso preencher requisições e mesmo assim não nos dão. Mas para festas há sempre dinheiro», criticou ainda, não esquecendo «os recibos de vencimento que dantes recebíamos em papel nos serem agora enviados por e-mail». Todas estas questões são abordadas na letra criada por Adriano Pereira e cantada por ele e pelos colegas.
As regras rígidas e o excesso de burocracia são as principais críticas apontadas. «Às 10 horas temos uma pausa de 5 minutos para tomar o pequeno-almoço. Depois às 16 horas é a pausa de 5 minutos para o chá. Assim tudo definido e marcado. E creio que o mesmo se passa em todas as câmaras do país», explicou.
«Por exemplo, para pedirmos canetas é preciso preencher requisições e mesmo assim não nos dão. Mas para festas há sempre dinheiro», criticou ainda, não esquecendo «os recibos de vencimento que dantes recebíamos em papel nos serem agora enviados por e-mail». Todas estas questões são abordadas na letra criada por Adriano Pereira e cantada por ele e pelos colegas.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
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